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terça-feira, 6 de abril de 2010

Rússia confirma identidade de suicida do metrô...

06/04/2010 - 06h14
Rússia confirma identidade da segunda suicida do metrô de Moscou
Moscou, 6 abr (EFE).- O Comitê Nacional Antiterrorista (CNA) da Rússia confirmou oficialmente nesta terça-feira a identidade da segunda das terroristas que na segunda-feira da semana passada realizaram os dois atentados suicidas com bombas no metrô de Moscou, causando a morte de 40 pessoas.

Segundo o comunicado do CNA, Mariam Sharipova, nascida em 1982, originária da aldeia de Balajani, no distrito de Untsukul, na república russa do Daguestão, norte do Cáucaso.

O texto afirma que a terrorista era esposa de Magomed Vagapov, chefe guerrilheiro no Daguestão, segundo as agências.

A publicação quinzenal "Novaya Gazeta" já tinha antecipado na segunda-feira a identidade da segunda terrorista suicida, cujos pais disseram ter reconhecido em fotografias divulgadas pela imprensa.

"Minha mulher e eu identificamos nossa filha. Quando minha esposa viu Mariam pela última vez, ela usava o mesmo lenço vermelho que é visto na fotografia", assinalou Rasul Magomedov, que vive no Daguestão e se dirigiu voluntariamente à polícia para dizer que tinha identificado a filha.

Na sexta-feira passada, o CNA anunciou oficialmente a identidade de uma das terroristas suicidas, Dzhanet Abdurajmanova, de 17 anos, que foi identificada através de análises de DNA.

Segundo publicou no mesmo dia o jornal "Kommersant", Abdurajmanova era viúva de Umalat Magomedov, líder dos guerrilheiros islâmicos do Daguestão, que foi abatido pela Polícia no dia 31 de dezembro do ano passado em Khasaviurt, junto a outros três combatentes que tinham aberto fogo contra agentes.

As duas suicidas se reportavam diretamente ao líder islamita da Chechênia, Doku Umarov, que na semana passada reivindicou os ataques terroristas na capital russa e prometeu estender a guerra por todo o país.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/04/06/russia-confirma-identidade-da-segunda-suicida-do-metro-de-moscou.jhtm

Rússia confirma identidade de suicida do metrô...

06/04/2010 - 06h14
Rússia confirma identidade da segunda suicida do metrô de Moscou
Moscou, 6 abr (EFE).- O Comitê Nacional Antiterrorista (CNA) da Rússia confirmou oficialmente nesta terça-feira a identidade da segunda das terroristas que na segunda-feira da semana passada realizaram os dois atentados suicidas com bombas no metrô de Moscou, causando a morte de 40 pessoas.

Segundo o comunicado do CNA, Mariam Sharipova, nascida em 1982, originária da aldeia de Balajani, no distrito de Untsukul, na república russa do Daguestão, norte do Cáucaso.

O texto afirma que a terrorista era esposa de Magomed Vagapov, chefe guerrilheiro no Daguestão, segundo as agências.

A publicação quinzenal "Novaya Gazeta" já tinha antecipado na segunda-feira a identidade da segunda terrorista suicida, cujos pais disseram ter reconhecido em fotografias divulgadas pela imprensa.

"Minha mulher e eu identificamos nossa filha. Quando minha esposa viu Mariam pela última vez, ela usava o mesmo lenço vermelho que é visto na fotografia", assinalou Rasul Magomedov, que vive no Daguestão e se dirigiu voluntariamente à polícia para dizer que tinha identificado a filha.

Na sexta-feira passada, o CNA anunciou oficialmente a identidade de uma das terroristas suicidas, Dzhanet Abdurajmanova, de 17 anos, que foi identificada através de análises de DNA.

Segundo publicou no mesmo dia o jornal "Kommersant", Abdurajmanova era viúva de Umalat Magomedov, líder dos guerrilheiros islâmicos do Daguestão, que foi abatido pela Polícia no dia 31 de dezembro do ano passado em Khasaviurt, junto a outros três combatentes que tinham aberto fogo contra agentes.

As duas suicidas se reportavam diretamente ao líder islamita da Chechênia, Doku Umarov, que na semana passada reivindicou os ataques terroristas na capital russa e prometeu estender a guerra por todo o país.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/04/06/russia-confirma-identidade-da-segunda-suicida-do-metro-de-moscou.jhtm

quarta-feira, 31 de março de 2010

Duas explosões matam 9 na Rússia


31/03/2010 - 03h47
Duas explosões matam 9 pessoas no sul da Rússia
*

Foto tirada de um celular mostra o local do atentado desta quarta-feira em Kizlyar, na Rússia. A área está isolada e o carro-bomba no centro da foto seria o usado na ação terrorista

Atualizado às 04h50

Pelo menos duas novas explosões foram registradas nesta quarta-feira (31) na cidade russa de Kizlyar, no Cáucaso do Norte, matando pelo menos nove pessoas, segundo informações do Ministério do Interior da Rússia.

De acordo com o ministério, as bombas desta manhã também foram acionadas por terroristas suicidas, a exemplo do que acorreu na segunda-feira (29) em duas explosões registradas em estações do metrô do centro de Moscou.

O primeiro ataque desta manhã aconteceu por volta das 8h30 (horário local) perto da fronteira com a Chechênia, quando um suicida detonou explosivos em um carro, após ser parado pela polícia no trânsito, informou o porta-voz regional do Ministério do Interior, Vyacheslav Gasanov.

Segundo a agência de notícias Efe, o carro estava a cerca de 300 metros dos edifícios do Ministério Interior, do Serviço de Segurança Federal e de uma escola primária.

Enquanto a polícia e os moradores se reuniam no local da explosão, 20 minutos depois, um segundo homem-bomba, vestindo um uniforme da polícia, se aproximou e detonou os explosivos, matando o chefe de polícia da cidade, entre outros soldados, disse Vyacheslav Gadzhiyev, outro porta-voz do ministério.

Os representantes do governo também afirmaram que outras 18 pessoas ficaram feridas com as explosões desta quarta-feira.

Retrospecto
Os ataques de hoje acontecem dois dias depois dos atentados a duas estações de metrô de Moscou, que mataram 39 pessoas. Na ocasião, duas mulheres-bomba se explodiram por volta das 8h da manhã, horário de rush do metrô.

Rebeldes do Cáucaso do Norte, que inclui o Daguestão e a Chechênia, foram acusados de planejar o ataque em Moscou, mas nenhum grupo separatista reivindicou a responsabilidade pelos ataques.

As explosões no metrô de Moscou foram os piores atentados na capital russa em seis anos e trouxeram temores de uma ampla ofensiva de rebeldes baseados no Cáucaso Norte contra alvos russos. Os ataques também destacaram falhas do Kremlin na segurança do país e na tentativa de manter os militantes sob controle.

O primeiro-ministro russo Vladimir Putin, que liderou Moscou na guerra contra os separatistas chechenos em 1999 – disse na terça-feira que os rebeldes por trás dos ataques são "raspa no fundo do esgoto" desses insurgentes combatidos na guerra.

Os ataques de segunda-feira foram atribuídos justamente a duas mulheres suicidas ligadas ao Cáucaso Norte - uma série de províncias pesadamente muçulmanas, que inclui a Chechênia. Elas pertenceriam ao grupo denominado “viúvas negras”, que são as esposas dos separatistas mortos em 1999 durante a guerra.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/03/31/apos-ataque-a-metro-russia-e-vitima-de-novas-explosoes.jhtm
*Com informações das agências internacionais

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Rússia acusa Geórgia

13/10/2009 - 05h45
Rússia acusa Geórgia de treinar terroristas para Chechênia
Moscou, 13 out (EFE).- O diretor do Serviço Federal de Segurança (FSB, antigo KGB) da Rússia, Aleksandr Bortnikov, acusou hoje aos serviços secretos da Geórgia de treinar terroristas e organizar seu envio à Chechênia.

"Os relatórios apreendidos dos guerrilheiros mostram que eles, junto com emissários da Al Qaeda, estabeleceram contatos com representantes dos serviços secretos da Geórgia, com que organizaram o treinamento e o envio de terroristas à Chechênia", disse Bortnikov, citado pela agência "Interfax".

O chefe do FSB deu esta declaração na XXI reunião do Comitê Nacional Antiterrorista, centrada no aperfeiçoamento da ação dos órgãos federais e locais na luta contra em terrorismo.

Bortnikov denunciou, além disso, que os serviços secretos georgianos "tentam permanentemente enviar armas, explosivos e recursos financeiros para efetuar ações de sabotagem contra infraestruturas no Daguestão".

Tbilisi rompeu relações diplomáticas com Moscou no fim de agosto de 2008, após a guerra de cinco dias na região que terminou com a derrota da Geórgia e o reconhecimento da Rússia das independências da Ossétia do Sul e a Abkhazia, regiões separatista georgianas.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/10/13/ult1807u52717.jhtm